Xuxa hace el Shrek brasilero con su hija Sasha
Octubre 4th, 2009 Autor:Checho Comentarios: Lenguajes: español,
portugués
Xuxa faz Shrek brasileiro com sua filha Sasha
SÃO PAULO - Xuxa tranca-se num carro da produção com o repórter do Estado. É domingo, dia 13, último dia das filmagens de Xuxa em O Mistério da Feiurinha. O set está instalado no Parque Guinle, no Rio, mais exatamente no Palácio do Governo. É o cenário ideal para o castelo das princesas do novo filme da rainha dos baixinhos. O set está uma loucura de movimentação. "Vamos ficar aqui dentro que ninguém nos interrompe", diz Xuxa. É o seu 19º filme e marca novidades importantes. Pela primeira vez, Xuxa trabalha numa adaptação literária e o autor é ninguém menos do que Pedro Bandeira, fenômeno editorial infanto-juvenil do PaÃs. Bandeira já vendeu mais de 23 milhões de livros, um feito digno de Harry Potter, tendo a seu crédito obras cultuadas como A Droga da Obediência. Não apenas a origem é boa - a história da Feiurinha é ótima, como sabem seus leitores -, mas Xuxa, desta vez, não é protagonista da própria história. Ela faz Cinderela. A Feiurinha do tÃtulo, estreando no cinema, é sua filha Sasha. Foi a filha, aliás, quem apresentou Pedro Bandeira à mãe.
Homenageada no Festival de Gramado por seus mais de 30 milhões de espectadores para o cinema nacional, Xuxa tem visto sua franquia encolher. O último filme, Xuxa em Sonho de Menina, fez pouco mais de 300 mil espectadores, número que representa nada, comparado aos 4,98 milhões de Lua de Cristal. Xuxa tenta reerguer-se, tem boa história, produção caprichada (da Conspiração) e uma diretora em quem confia (Tizuka Yamasaki). Em Gramado, sua homenagem provocou reações negativas da crÃtica, até porque a estrela se recusou a dar uma coletiva, o que é tradição em homenagens do gênero, em qualquer festival do mundo.
Você não facilita a vida de quem não gosta de você, mas me dá agora a entrevista que negou à imprensa em Gramado, em agosto. Por quê?
É diferente. Estamos aqui conversando e não creio que isso teria sido possÃvel lá. Em Gramado, havia uma animosidade forte no ar. Muita gente era contra que eu fosse homenageada. Chegaram a dizer que eu havia cobrado. Minha mãe, que você conheceu há pouco (NR - ela visitava o set neste dia), é essa pessoinha maravilhosa que me deu uma educação responsável. Mas ela também me dizia, quando eu ia para a escola - "não provoque ninguém, não entre em briga, mas se alguém quiser brigar não fuja, senão você vai ter de se ver comigo em casa". Fui educada assim. Se me provocassem na entrevista, eu reagiria.
Mas ninguém ia lhe perguntar mais do que vou fazer agora. Por exemplo, você recebe um prêmio legÃtimo de público, mas se obstina em manter proibido o filme que fez com um dos maiores autores do cinema brasileiro, 'Amor, Estranho Amor,' de Walter Hugo Khouri, por causa de suas cenas de sexo. Nenhum crÃtico pode mesmo apoiar isso.
Mas eu não quero proibir Amor, Estranho Amor nem banir o filme da minha carreira. Também não renego que posei para a Playboy. O que há é que o filme de Khouri foi feito antes que eu começasse a trabalhar com crianças. Era um papel minúsculo, que os produtores, astutamente, resolveram explorar de forma que considero inadequada. Fizeram aquele cartaz e criaram slogan - ‘Veja o que Xuxa faz com seu baixinho’. Sou contra exploração grosseira. Quer transformar numa safadeza, quer mostrar? Vai ter de pagar. Não dou mole. Ponho advogado em cima.
Mas está na internet. Havia gente mostrando a cena no palácio do festival de Gramado, enquanto você recebia o prêmio...
Não posso impedir, escapa ao controle, mas se quiser mostrar legalmente, sem minha aprovação, terá problemas.
Por que escolheu livro de Pedro Bandeira para seu novo filme?
Há pelo menos três anos e meio que essa história me acompanha. Sasha recebeu Feiurinha para ler na sexta série. Era atividade escolar e ela podia ler um certo número de páginas por dia. Achei o livro maneiro e estava louca para saber o que levara Feurinha a desaparecer, mas a Sasha não me deixava avançar na leitura. Desde que li tudo me apaixonei. É releitura inteligente dos contos de fadas, o nosso Shrek. Passam-se 25 anos, as princesas dos contos de fadas estão todas grávidas. Sempre achei que daria um belo filme.
E já o planejava para Sasha?
Nãããooooo. O filme demorou todo este tempo porque houve uma negociação difÃcil para ver quem interpretaria as princesas e também como seria possÃvel usar imagens que, à s vezes, já são registradas. Quando li o livro, imediatamente pensei na Gisele Bündchen. Quando disse isso para o Pedro (Bandeira), ele respondeu que não. A situação era a seguinte - eu falava para ele e a Sasha estava brincando ali do lado. O Pedro me olhou e disse - sabe o que é, Xuxa, eu imaginava a Feiurinha mais como a Sasha. Eu disse não! Mas a própria Sasha já vinha insistindo para fazer um filme. No anterior, todas as suas amiguinhas haviam feito teste e ela dizia que era injusto não poder fazer só porque era minha filha. Finalmente, aceitei que fizesse, mas procurei me cercar de garantias.
Como por exemplo...
Pedi a Tizuka que se assegurasse de que minha filha não seria ridicularizada. Tizuka arranjou preparadora para Sasha, que aparece pouco, mas o papel é muito importante. Cinco princesas - Branca de Neve, Bela Adormecida, Rapunzel, Chapeuzinho Vermelho e eu, que faço a Cinderela - saem dos contos de fadas para o mundo real, em busca do Autor, que vai ajudar na investigação sobre o desaparecimento da Feiurinha. Estou muito ansiosa, admito. Como empresária, acho que pode ser maneiro, para o público, reunir mãe, filha e pai, porque o Luciano (Szafir) também faz o prÃncipe encantado. Tenho medo de que tentem me atingir usando a Sasha, mas não podia privá-la dessa experiência. Na verdade, não sei se Sasha vai querer continuar no cinema. Uma filmagem exige repetição, meticulosidade e a Sasha não tem paciência. Acho que ela fez bem o papel, mas também estou segura, como mãe, de que poderia fazer melhor.
Você vive dizendo que não é atriz, mas desta vez até você cria uma personagem, Cinderela. Como se preparou?
Vou muito a Miami, onde mora minha mãe. Sempre me impressionou o comportamento das garotas que personificam as personagens de contos de fadas. Procurei reproduzir aquele sorriso, aqueles gestos, mas nas cenas em que Cinderela briga com o marido, que só quer saber de futebol e ficou barrigudo, era eu mesma brigando com o Luciano (Szafir).
Fuente: O Estado de S.Paulo
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S an Pablo – Xuxa se encierra en un auto de la producción con el reportero del Diario Estado de San Paulo. Es domingo, dÃa 13, último dÃa de las filmaciones de Xuxa em O Mistério da Feiurinha. El set esta instalado en el Parque Guinle, en Rio, mas exactamente en el Palacio de Gobierno. Es el escenario ideal para el castillo de las princesas del nuevo film de la Reina de los Bajitos. El set es una locura, mucha movilización. “Vamos a quedarnos acá adentro que nadie nos interrumpe â€?, dice Xuxa. Es su 19° film y promete novedades importantes. Por primera vez, Xuxa trabaja en una adaptación literaria y el autor es nada menos que Pedro Bandeira, fenómeno editorial infanto juvenil del paÃs. Bandeira ya vendió más de 23 millones de libros, un hecho digno de Harry Potter, teniendo a su favor obras de culto como “A Droga da Obediênciaâ€?. No solo el origen es bueno –la historia de Feiurinha es óptima, como saben sus lectores-, pero Xuxa, esta vez, no es la protagonista de la propia historia. Ella hace el papel de Cenicienta. La Feiurinha del titulo, haciendo su debut en cine, es su hija Sasha. Fue la hija, además, quien le presento a Pedro Bandeira a la madre.
Homenajeada en el Festival de Gramado por sus mas de 30 millones de espectadores en el cine brasilero, Xuxa ha visto su franquicia encogerse. La ultima pelÃcula, “Xuxa em Sonho de Meninaâ€?, hizo poco mas de 300 mil espectadores, numero que representa nada comparado a los 4,98 millones de “Lua de Cristalâ€?. Xuxa intenta erguirse nuevamente, tiene buena historia, producción esmerada, (de Conspiração) y una directora en quien confÃa (Tizuka Yamasaki). En Gramado, su homenaje provoco reacciones negativas de la critica, hasta porque la estrella se rehusó a dar una conferencia, lo que es tradición en homenajes del genero, en cualquier festival del mundo.
No le facilitas la vida a quien no le gustas, mas me das ahora la entrevista que negaste a la prensa en Gramado en agosto. Por que?
Es diferente. Estamos aquà conversando y no creo que eso hubiera sido posible allá. En Gramado habÃa una animosidad fuerte en el aire. Mucha gente estaba en contra que fuera homenajeada. Llegaron a decir que yo habÃa cobrado. Mi madre, a la que conociste (N.R. Luiz Carlos Merten ella visitaba el set ese dÃa), es esa personita maravillosa que me dio una educación responsable. Pero ella también me decÃa cuando iba a la escuela –“no provoques a nadie, no entres en peleas, pero si alguien quiere pelear no huyas, si no te vas a tener que ver conmigo en casaâ€?. Fui educada asÃ. Si me provocasen en la entrevista, reaccionarÃa.
Pero nadie te hubiera preguntado más de lo que voy a hacer ahora. Por ejemplo, recibÃs un premio legÃtimo de público, pero te obstinas en mantener prohibido el film que hiciste con uno de los mayores autores del cine brasilero, “Amor, Estranho Amorâ€? de Walter Hugo Khouri, por causa de sus escenas de sexo. Ningún crÃtico puede apoyar eso.
Yo no quiero prohibir Amor, Estranho Amor ni excluir el film de mi carrera. También no reniego de que posé en Playboy. Lo que sucede es que la pelÃcula de Khouri fue hecha antes de que yo comenzara a trabajar con chicos. Era un papel minúsculo, que los productores, astutamente, resolvieron explotar de forma que considero inadecuada. Hicieron aquel cartel y criaron el slogan “Vea lo que Xuxa hace con su bajitoâ€?. Estoy en contra de la explotación grosera. Queres transformarla en una desfachatez, queres mostrarla? Vas a tener que pagar. No voy a ser blanda. Ahàpongo abogados.
Pero esta en internet. HabÃa gente mostrando la escena en el palacio del festival de Gramado mientras vos recibÃas el premio…
No puedo impedirlo, escapa de control, pero si quieren mostrarla legalmente, sin mi aprobación, tendrán problemas.
Por que escogiste el libro de Pedro Bandeira para tu nueva pelÃcula?
Hace por lo menos tres años y medio que esta historia me acompaña. Sasha recibió a Feiurinha para leerla en el cuarto grado. Era actividad escolar y ella podÃa leer un cierto número de páginas por dÃa. Me gustó el libro y estaba loca por saber lo que llevarÃa a Feiurinha a desaparecer, pero Sasha no me dejaba avanzar en la lectura. Desde que lo leà todo me enamore. Es una relectura inteligente de los cuentos de hadas, nuestro Shrek. Pasan 25 años, las princesas de los cuentos de hadas están todas embarazadas. Siempre creà que seria una bella pelÃcula.
Y ya la planeabas para Sasha?
Nooooo… El film se demoro doto este tiempo porque hubo una negociación difÃcil para ver quien interpretarÃa a las princesas y también como seria posible usar imágenes que, a veces, ya son registradas. Cuando leà el libro, inmediatamente pensé en Gisele Bündchen. Cuando le dije eso a Pedro (Bandeira), el respondió que no. La situación era la siguiente –yo hablaba con el y Sasha estaba jugando ahà al lado. Pedro me miro y me dijo- sabes lo que pasa Xuxa, yo imaginaba a Feiurinha mas como Sasha. Y yo dije no! Pero la propia Sasha ya venia insistiendo en hacer una pelÃcula. En la anterior, todas sus amigas habÃan hecho el test y ella decÃa que era injusto no poder hacerlo solo porque era mi hija. Finalmente, acepte que lo hiciera, pero busque llenarme de garantÃas.
Como por ejemplo…
Pedà a Tizuka que se asegurase de que mi hija no seria ridiculizada. Tizuka encontró una persona para preparar a Sasha, que aparece poco, pero el papel es muy importante. Cinco princesas –Blanca Nieves, La Bella Durmiente, Rapunzel, Caperucita Roja y yo, que hago de Cenicienta- salen de los cuentos de hadas al mundo real, en busca del autor, que va a ayudar en la investigación sobre la desaparición de Feiurinha. Estoy muy ansiosa, lo admito. Como empresaria, creo que puede ser algo muy bueno para el público, reunir madre, hija y padre, porque Luciano (Szafir) también hace de prÃncipe encantado. Tengo miedo de que intenten provocarme usando a Sasha, pero no podÃa privarla de esta experiencia. En verdad, no se si Sasha va a querer continuar en el cine. Una filmación exige repetición, meticulosidad y Sasha no tiene paciencia. Creo que ella hizo bien el papel, pero también estoy segura, como mamá, de que podrÃa hacerlo mucho mejor aun.
VivÃs diciendo que no sos actriz, pero esta vez hasta creas un personaje, Cenicienta. Como te preparaste?
Voy mucho a Miami, donde vive mi mamá. Siempre me impresiono el comportamiento de las chicas que personifican a los personajes de los cuentos de hadas. Procure reproducir aquellas sonrisas, aquellos gestos, pero en las escenas en la que Cenicienta pelea con su marido, que solo quiere saber de fútbol y se volvió panzón, era yo misma peleando con Luciano (Szafir).
En Gramado habÃa una animosidad fuerte en el aire. Mucha gente estaba en contra que fuera homenajeada
Yo no quiero prohibir Amor, Estranho Amor ni excluir el film de mi carrera. También no reniego de que posé en Playboy. Lo que sucede es que la pelÃcula de Khouri fue hecha antes de que yo comenzara a trabajar con chicos. Era un papel minúsculo, que los productores, astutamente, resolvieron explotar de forma que considero inadecuada
Me gustó el libro y estaba loca por saber lo que llevarÃa a Feiurinha a desaparecer, pero Sasha no me dejaba avanzar en la lectura. Desde que lo leà todo me enamore. Es una relectura inteligente de los cuentos de hadas, nuestro Shrek. Pasan 25 años, las princesas de los cuentos de hadas están todas embarazadas. Siempre creà que seria una bella pelÃcula.
Sasha ya venia insistiendo en hacer una pelÃcula. En la anterior, todas sus amigas habÃan hecho el test y ella decÃa que era injusto no poder hacerlo solo porque era mi hija.
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